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novembro 14, 2016

Bruno Gagliasso explica queixa-crime após filha sofrer racismo: ‘Intolerante’

Ator afirmou que não vai deixar racistas impunes: ‘Temos bons policiais, eles vão achar essas pessoas’

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Bruno Gagliasso participou do programa “Domingão do Faustão” neste domingo (13) e comentou a queixa-crime que registrou na polícia após sua filha, Títi, receber comentários racistas na internet. “A gente ter que ser intolerante em relação ao preconceito. Agora cabe a polícia. Temos que combater o preconceito com amor e justiça”, disse. E garantiu que vai fazer todo o possível para que os envolvidos sejam punidos: “Temos bons policiais, eles vão achar essas pessoas”.

Faustão explicou que um perfil anônimo deixou comentários preconceituosos sobre Títi, adotada por Bruno e Giovanna Ewbank, na rede social da atriz. O artista, então, afirmou: “Minha filha tem algo que esses caras não têm, que é amor”. Neste momento Gaby Amarantos, que também estava na atração, contou que o mesmo perfil que ofendeu Títi lhe enviou comentários extremamente preconceituosos. “Senti forte o racismo quando comecei a namorar um cara branco [o inglês Gareth Jones] e falaram que eu estava pagando para ele ficar comigo. O mesmo perfil que foi falar da Títi no perfil da Gio me mandou voltar pra África. O que eu tenho a dizer é: ‘paga a minha passagem que eu vou pra África sim! Adoro!’ Esses caras tem que ser punidos”.

Apresentador comentou polêmica que agitou a web: ‘Não entenderam’

Fausto Silva aproveitou o momento para explicar as declarações feitas no último domingo quando falou que “tem mulher que gosta de homem que dá porrada”. “Muitas pessoas não entenderam. Mas eu falei que algumas mulheres não escutam os conselhos da mãe e dos amigos que as alertam para que elas não se metam com determinado tipo de homem. Não se mete com esse cara porque esse cara é galinha, bebum. Aí a mulher não ouve a amiga e insiste porque acha que vai recuperar o cara. Foi isso que eu quis dizer. As meninas do balé entenderam porque elas fazem faculdade e muitas já são formadas”, disse.

E continuou: “Violência não se combate com a violência. ‘Porrada’ do jeito que falaram que eu falei é crime, mas eu não falei isso. Tiraram do contexto e jogaram na internet. Antes mesmo da Lei Maria da Penha eu já falava sobre isso”, encerrou.

Fonte: PurePeople.com.br